O que a Burger King, a Nike e a Disney têm em comum? São marcas de conglomerados empresariais que atingem o mundo todo. Mas, com o advento das redes sociais, são também os alvos prediletos dos consumidores dispostos a descobrir posturas condenáveis por trás das publicidades massivas. A análise da questão está no livro Terrorismo de marca(Confraria do Vento), da professora universitária pernambucana Izabela Domingues. Em projetos coordenados coletivamente, os consumidores acusam a Disney de racismo (príncipes e princesas são sempre louros de olhos azuis), a Burger King de desrespeitar os direitos dos animais na forma de abate das aves para seus hamburgers e a Nike de explorar mão de obra barata. A discussão está em pauta.

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