Escritor, poeta e tradutor, Marcos Bagno tem se notabilizado pela pesquisa e ação no campo da educação linguística. É autor, entre outros, de Preconceito linguístico: o que é, como se faz(Edições Loyola), que já vendeu mais de 200.000 exemplares em 54 edições. Para ele a expressão “norma culta” é inexata e deveria ser substituída por “norma-padrão” que, na verdade, seria uma das variantes do falar o “português brasileiro”, privilegiada por uma elite. O livro vem recheado de instigantes reflexões, combatendo vários e difundidos mitos como o de que é no Maranhão que se fala mais corretamente no Brasil. Seus argumentos, entretanto, geram polêmicas, e a recente pontuação máxima de redações com erros no Enem pode ser um exemplo de mau uso das suas teses.

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