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Mais conhecido como artista plástico (é um dos precursores da arte contemporânea no Brasil), o pernambucano Montez Magno (foto) vem publicando livros de poemas ao longo de sua vida. O mais recente é Enquanto respiro(M&M Editora, 2013), dividido em quatro partes: Uma primeira, sem denominação, seguida de “Poemas cemiteriais”,”Poemas fúnebres” e “Traduções poéticas”. Apesar de serem títulos (a partir do que dá nome ao livro) que nos levam a pensar em poemas mórbidos ou melancólicos, na verdade englobam poemas luminosos. Em um deles, “Finale”, começa com o verso “Não temo a morte, tenho nojo”. Outra boa surpresa fica por conta das traduções dos textos de autores tão díspares quanto Rimbaud e Leopardi, Montale e Sor Juana Inês, Nerval e Yeats.

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