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Em Edição do Autor, o livro Mexendo o pirão — Importância sociocultural da farinha de mandioca no Brasil Holandês(1635-1646), de Adriano Marcena (foto), mostra como um elemento aparentemente sem importância, criado pelos índios, transformou-se em forma de pagamento para tropas e moeda de troca, além de ter enriquecido a gastronomia nacional em forma de pirão, farofa, beiju, mingau e papa, transformando-se num elemento identitário entre os habitantes do Nordeste nacional. Autor de um rico Dicionário da diversidade cultural pernambucana, um mergulho na história do Estado pelo viés da cultura, Marcena alarga seu campo de estudo agora como historiador da alimentação. Um livro bem pesquisado, e, por que não?, saboroso no tema e no tratamento.

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